"E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio...
De tudo se faz canção e o coração na curva de um rio, rio, rio..."
Como entrar no avião e sair dentro de um filme...e lembrar de cada pedacinho da vida real.
Ver as fotografias com muito mais cuidado e encontrar detalhes que não tinham sido vistos antes, e milhões e milhões de vezes. E perceber a riqueza de cada quadradinho ainda não visto...hoje e ontem. E escutar refrões que hoje lembram ontem, e que amanhã lembrarão hoje. E a angústia de ser tudo só lembrança...
Ter gente te esperando...tem coisa mais rica que ter gente te esperando?
Sentir o frio na barriga voltando...Mal se foi, e já volta. Mas é isso comigo também. Mal se foi, e já volta.
Ah, esse janeiro...Todo ano sempre diferente, não-rotineiro, recheado de surpresas e de velhice; mas parece que esse ano ele exagerou na diferença.
E o sentimento mais comum. As pessoas podem viver uma vida inteira sem odiar ninguém, ou sentir tristeza, indiferença, compaixão, tesão, incerteza. Mas ninguém é capaz de nunca sentir saudade. Assim, bem do jeitinho juntada com o amor, como ela é mesmo. Onde tem amor, nem sempre tem saudade. Mas onde tem saudade...nem tem amor, porque o amor ficou longe, senão não tinha saudade.
Abrir mão de detalhes para ser mais detalhado, ou a escolha de uma letra minúscula, mas nunca pequena, que sempre pode fazer a diferença.
E a santa palavra casa.
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Aqui tem saudade com carinho/amor, Robs!
ResponderExcluirhehe
Adorandoo o presente aqui! ;D
Presente não-fisico, de alma mesmo.
beijos
santa palavra casa!
ResponderExcluirsem quando, amanhã, hoje ou depois.
lembrança viva.
que blog eh esse q não conhecia?
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